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Uso excessivo das redes sociais pode afetar relacionamentos estáveis

O recente desenvolvimento de novas plataformas de relacionamento interpessoal, como Facebook e Twitter, e sua crescente utilização por grande parte da população mundial, tem alterado a dinâmica dos relacionamentos. Atualmente o Twitter é considerado um dos principais sites de rede social, sendo utilizado por mais de 500 milhões de pessoas.
Um estudo recente, publicado na revista científica Cyberpsychology, Behavior, and Social Networking, examinou o efeito do uso do Twitter sobre as relações entre casais. Foram aplicados questionários de 20 perguntas a 581 participantes, abordando a quantidade de uso do Twitter e se este uso provocava algum tipo de conflito no relacionamento do casal.
A média de uso do Twitter por participante foi de 52 minutos por dia, cinco dias por semana. O maior uso do Twitter apresentou uma associação estatisticamente significativa com uma maior quantidade de conflitos entre parceiros, conflitos estes que muitas vezes levam a um fracasso do relacionamento. Interessante que estes conflitos ocorreram independentemente do tempo de relacionamento do casal.
Esses resultados, avaliando o uso do Twitter sobre relacionamento entre parceiros, são semelhantes aos encontrados em outros estudos que investigaram o efeito do Facebook. Em ambos, o maior uso é associado a desfechos negativos de relacionamento.
Deve ser considerado, entretanto, que este tipo de estudo não tem capacidade de demonstrar relação causa e efeito, a simples associação entre dois eventos (no caso, maior uso do Twitter com maior quantidade de conflitos), não significa que, necessariamente, um esteja causando o outro. É plausível pensar que o conflito por maior uso de redes sociais seja um sintoma de problemas prévios de relacionamento.
De qualquer maneira, estudos levantando este tipo de hipótese, que relaciona uso demasiado de mídias em geral, com modificações de dinâmicas nas relações sociais e interpessoais, são importantes para conhecermos melhor os possíveis impactos desta mudança de comportamento, principalmente porque o rápido desenvolvimento tecnológico permite prever que este uso de mídias tende a crescer ainda mais. Conhecer as potenciais consequências negativas deste uso é um importante ponto de partida para estabelecer critérios de prevenção.

O Placebo e seus Efeitos

First, do no harm (Antes de mais nada, não cause danos).
Princípio da medicina, atribuído a Hipócrates
"A questão do placebo é um dos assuntos que mais fascinam e, ao mesmo tempo, mais causam controvérsias entre a classe científica. Com todo o conhecimento que a ciência hoje possui, o placebo ainda permanece um mistério e todo artigo sobre ele ainda é bastante incompleto. Seu bom ou mau uso pode significar uma vida, principalmente enquanto seus efeitos são pouco conhecidos a fundo e seu funcionamento, isto é, como realmente agem os placebos, ainda é alvo de muitas teorias, inclusive a abordagem psicológica. Para a classe científica, conhecer o placebo, suas possibilidades e seus efeitos é fundamental. E para um leigo, até que ponto é interessante saber que um remédio ao qual ele atribui sua cura não passava, por exemplo, de simples composição de amido com açúcar? Estas e outras questões são apresentadas aqui para reflexão, além da palavra de médicos que falam sobre o efeito placebo".

O Que é um Placebo

A palavra placebo vem do latim e foi cunhada da Bíblia cristã, após vários erros de tradução, diz o doutor Ben Z. Krentzman. A palavra apareceu em primeiro lugar no salmo 116 e foi adquirindo uma conotação científica nos dicionários ao longo do tempo.

Hoje, o placebo é em primeiro lugar definido como uma substância inerte ou inativa, a que se atribui certas propriedades (como as de cura de uma doença) e que, ingerida, pode produzir um efeito que suas propriedades não possuem. Muitas pessoas que ingerem, por exemplo, uma pílula contendo nada mais que amido com açúcar, ou um dos dois componentes, revelam melhoras de uma doença, imaginando ter tomado o remédio feito especialmente para essa doença.

Mas o placebo não existe apenas em forma de uma substância. Uma ‘cirurgia espiritual’, até que não se prove que ela genuinamente tenha acontecido, pode ser um placebo. A pessoa ‘operada’ sente o corte, sente a sutura e fica ‘curada’ do mal que a afligia sem passar por uma cirurgia convencional.

Uma terapia também faz às vezes de um placebo, onde às técnicas dessa terapia se atribui um tipo de cura e isso realmente acontece. As chamadas terapias alternativas, como os florais, os cristais, a radiestesia e muitas vezes a própria psicoterapia ainda são consideradas por uma grande parte da ala científica como um placebo, afirma Dr. Walter Brown, psiquiatra.

Mas o uso do placebo não está restrito à área científica ou à área das terapias alternativas. Nossas avós conheciam muito bem os seus efeitos, quando aplicavam suas ‘poções mágicas’, e até mesmo suas histórias na hora de dormir, e curavam as dores de seus filhos, um ensinamento popular que é passado de geração a geração, sem questionamentos.

Também nessa categoria se encontram as orações, que promovem os chamados milagres e a conhecida ‘cura pela fé’, pelo menos enquanto para esses milagres e curas não se encontre uma comprovação, agem como um placebo.

E por fim, os próprios remédios, mesmo sendo fabricados com uma fórmula teoricamente capaz de combater determinada doença, podem, por erro de fórmula não curar determinada doença, mas tomados para esse fim, podem ainda assim agir como um placebo.

Alguns efeitos do placebo estão discutidos na seção a seguir.

O Efeito Placebo

O efeito placebo é o resultado que se pode observar e mensurar, em uma pessoa ou em um grupo de pessoas, diante de um tratamento onde o placebo foi administrado, de acordo com Dr. Robert T. Carroll, que acrescenta: "Por que uma ‘fake’ (falsa, artificial) substância, cirurgia ou terapia faz efeito, isso ainda não é completamente explicado".

Alguns pesquisadores utilizam o procedimento chamado ‘duplo-cego’, em que normalmente existem dois grupos de pessoas, o grupo experimental e o grupo de controle. A um grupo, administra-se a droga ou o tratamento convencional. A outro grupo, aplica-se a droga ou o tratamento do tipo placebo. Dr. Carroll explica que, em um estudo duplo-cego, o pesquisador não sabe qual grupo recebeu a droga indicada para o tratamento e qual grupo recebeu o placebo. Ele só vai saber, diz o médico, quando tiver em mãos os resultados completos, para evitar que o avaliador incorra em distorções de observação e de mensuração durante o estudo.

A Teoria de Cura Mente-Corpo

A teoria de cura mente-corpo, criada por Milton Erickson, pai da hipnoterapia moderna, e divulgada pelo mundo pelos médicos que foram seus discípulos, reconhece a existência de uma estreita conexão entre a mente, o cérebro e o corpo. Dr. Ernest Lawrence Rossi, médico e psicoterapeuta ericksoniano, diz que a resposta placebo é uma pedra fundamental rejeitada na cura mente-corpo. Ele diz que as histórias de cura espontânea ou considerada ‘milagrosa’ são menosprezadas pela ciência, devido à nossa mente racional, como resultados não confiáveis. Em seu livro A Psicobiologia de Cura Mente-Corpo, Dr. Rossi diz que a premissa da ciência, neste caso, se aproxima de algo como "não é confiável, portanto não é real". Ele explica que, para uma parte da ciência, que tem uma abordagem tradicional, o efeito placebo é simplesmente um "fator aborrecido".

A teoria de cura mente-corpo pressupõe que exista uma rede de informações que passa do ambiente à mente do indivíduo, deste para o cérebro e em seguida ao corpo, através do que ele chama de "moléculas mensageiras". Em princípio, diz ele, a informação começa com os genes.

As pesquisas de Dr. Rossi incluem o funcionamento do sistema nervoso central de forma detalhada e também o funcionamento do sistema límbico-hipotalâmico. Na teoria ericksoniana, existe uma lista considerável de doenças que se pode curar conhecendo-se o mecanismo de comunicação psicofísico. Com lugar de destaque para o placebo nesta abordagem e também para os fatores que determinam o stress, Dr. Rossi cita alguns casos verídicos e curiosos, que correm os bastidores da comunidade científica e provocam polêmica até hoje. Dois deles estão a seguir.

Dois Casos Verídicos

Estes e outros casos, registrados por Dr. Rossi, mostram que a resposta placebo pode se manifestar em doença ou cura.

O primeiro caso é relatado por Dr. Rossi como um caso de "vida e morte vodu", ou como "o complexo de desistência no sistema nervoso autônomo", onde um médico da Fundação Rockfeller, a serviço em uma missão no Pacifico Ocidental, convivia com nativos convertidos e não convertidos. O caso envolveu o padre da missão, seu assistente de serviços gerais, um nativo chamado Rob e um feiticeiro de nome Nebo. Certo dia, o padre veio até o médico depois de constatar que o nativo Rob estava muito doente. O médico examinou o nativo e não encontrou sinais de febre, nem queixas de dores, nem sinais evidentes de doença, mas, ao mesmo tempo, ficou impressionado ao constatar que o nativo estava extremamente fraco e doente. Por meio do missionário, o médico soube que o feiticeiro Nebo havia apontado um osso para Rob e o nativo se convenceu que iria morrer. O médico e o missionário foram até Nebo e o intimaram a ver Rob, caso contrário seu suprimento de comida, fornecido pela missão, seria cortado. O feiticeiro foi com eles até o nativo e, lá chegando, aproximou-se de Rob dizendo que tudo havia sido uma brincadeira, um engano. O médico (cujo relatório na íntegra foi publicado no livro de Dr. Rossi e nos artigos do fisiologista Walter Cannon) ficou estupefato ante a metamorfose. De uma fase de pré-coma o nativo passou imediatamente a uma fase saudável, com total força física, e na mesma tarde estava perambulando pela missão.

Dr. Rossi relata, mostrando artigos de outros pesquisadores como Cannon e Engel, que a morte vodu, muito comum naquela região, é devida a uma exposição intensa e prolongada ao stress emocional e à crença dos nativos de que estavam sob o poder do médico feiticeiro. A causa ‘real’, na verdade, era um sistema nervoso simpático superativado. Em outro caso semelhante, um nativo veio a falecer diante de um agudo completo "desiste-retoma" e de um poderoso agente sugestionador, que acabou se revertendo em tempo no caso do nativo Rob.

O segundo caso, descrito ainda por Dr. Rossi em seu livro, é do Sr. Wright, o qual estava acometido de mal generalizado e avançado envolvendo os nodos linfáticos, linfossarcoma. O Sr. Wright desenvolveu uma resistência a todos os tratamentos paliativos conhecidos e sua anemia o impedia de esforços com raios-X ou tratamento quimioterápico. Massas tumorais do tamanho de uma laranja já existiam no pescoço, axilas, virilha, peito e abdômen. O baço e o fígado estavam enormes e o duto torácico obstruído. A impressão, diz Dr. Philip West que acompanhou pessoalmente o caso, é de que ele estava em estado terminal e não-tratável.

Contrariando isso tudo, o Sr. Wright se encontrava menos desesperançado que seus médicos e pediu para ser incluído em um grupo de pesquisa que iria testar uma nova droga, o Krebiozen (que depois se demonstrou ser uma preparação inócua e sem utilidade). Os médicos não o consideraram qualificado para o experimento, já que não contavam que seu câncer pudesse regredir, depois de tudo já ter sido tentado. Sua expectativa de vida era de duas semanas, não mais que isto. Mas o Sr. Wright havia lido nos jornais que a clínica estava pesquisando o Krebiozen e implorou para ser colocado entre os que iriam receber a droga.

Ele mostrou enorme entusiasmo ao chegar a droga e implorou tanto que, contra todas as regras, seu médico acabou concordando em incluí-lo.

Dr. West, então, permitiu que ele recebesse injeções da droga, sendo que a primeira foi numa sexta feira, quando o médico, segundo conta Dr. Rossi em seu livro, foi para casa imaginando que na segunda feira, com quase toda certeza, infelizmente encontraria o paciente já sem vida. Mas, para surpresa de Dr. West, o Sr. Wright estava à sua espera. Sem febre, nada abatido, andando normalmente. Nenhuma mudança para pior foi observada. As massas de tumor haviam desaparecido, mostrando uma regressão mais rápida que o médico pudesse até mesmo entender.

O Sr. Wright teve alta e foi para casa, quando saiu novamente nos jornais que o Krebiozen era inócuo. O homem teve uma recaída e retornou ao hospital. Desta vez, porém, foi o médico quem propôs que ele retomasse as injeções de Krebiozen, alegando que a droga surtia efeito e que o que saíra no jornal era referente a um lote da droga com validade ultrapassada. Dr. West fez isso porque sabia que seu paciente saíra do estado terminal para voltar para casa são, graças à esperança que ele depositava na nova droga, e sabia também que nada mais poderia ajudá-lo. Novamente, a doença do Sr. Wright regrediu, diante das injeções. A recuperação, segundo o médico, foi ainda mais intrigante, pois as massas tumorais se dissolveram, o fluido no peito se extinguiu e ele voltou a andar. O caso do Sr. Wright teve um final menos auspicioso que o do nativo Rob, pois ele acabou falecendo, semanas depois de ter novamente sido veiculado no jornal – que ele tomou conhecimento – de que o Krebiozen realmente não tinha função alguma.

No entanto, o caso se tornou clássico para o eterno dilema da resposta placebo até mesmo em doenças graves como o câncer. O que todos os médicos do Sr. Wright concordaram foi que seu poder de otimismo, de alguma forma, havia influído nas várias fases de "desiste-retoma", em que o paciente atribuiu ao placebo uma qualidade salvadora, daí seu tempo de vida ter sido pelo menos prolongado e com evidentes manifestações de cura.

Quando um Placebo é Benéfico

Um placebo pode ser especialmente benéfico quando algumas situações abaixo acontecem:

 1. O médico, por observação clínica, tem de início um pré-diagnóstico da possível doença do paciente mas não deseja administrar uma droga química, devido aos efeitos colaterais indesejáveis, e então aplica um ‘remédio’ que na verdade não tem a função de curar aquela doença. O paciente toma e, acreditando estar tomando um remédio poderoso, fica livre da doença ou pelo menos dos sintomas.

2. O paciente deseja sinceramente se ver livre de alguma doença ou problema físico e não só deposita esperança no remédio que está tomando, mas também permite que o remédio faça efeito.

3. O indivíduo, mesmo sabendo que está tomando um placebo, ainda assim deseja se livrar do desconforto físico e o próprio indivíduo, atribuem qualidades de cura ao ‘remédio’ e permite também que esse faça o efeito.

4. A simples ida ao médico, que compreende a presença do médico diante do paciente, o ritual da anamnese (coleta de dados) e da observação clínica, o toque da mão do médico na pessoa, a atenção, a roupa branca do médico, esse aparato, por si só, é passível de provocar o efeito placebo, quando o paciente manifesta melhoras, porque confia em seu médico, segundo Dr. Brown.

5. Um placebo pode ser benéfico nos casos em que, ingerido em lugar de uma droga química, não provoca os efeitos colaterais que a droga provocaria. Existem pacientes que são sensíveis ou alérgicos a certos medicamentos, e o placebo, como uma substância inerte, não provoca efeitos colaterais.

6. Principalmente, um placebo é benéfico quando promove a cura, a melhora ou o alívio da doença.

7. Segundo Dr. Brown e Dr. Rossi, existem casos comprovados de melhora nas questões do stress e em pessoas com úlceras gástricas, verrugas, artrites e outras deficiências relacionadas ao sistema imunológico.

Saiba Como Tirar Todos os Tipos de Indesejáveis Olheiras


Pele Sem Olheiras 
Indesejáveis olheiras, porque elas aparecem?
Insônia pode até ser sua principal causa, mas não é a única. Além disso, tiram a beleza do rosto, deixa uma pessoa com cara de triste.
A área escurecida logo abaixo dos olhos pode estar ligada a doenças de origem sistêmica, alterações hormonais como a TPM, ou mesmo ao processo natural de envelhecimento, quando a pele tende a ficar mais fina e transparente.
O problema pode ainda estar associado à genética ou ao tipo de pele, sendo que as morenas são as mais acometidas.
Olheiras casuais
Quando choramos, a região dos nossos olhos não fica vermelha e inchada? Pois é, isso acontece porque há um excesso de esforço sobre a região, que faz com que os vasos sanguíneos se dilatem e fiquem mais visíveis. O mesmo acontece quando dormimos mal ou estamos muito cansadas.
Situações pontuais como esta são as mais fáceis de serem solucionadas. Uma boa e reparadora noite de sono ou um disfarce com maquiagem já dão conta do recado.
As tradicionais receitinhas caseiras também funcionam: água boricada, chá de camomila, pepino, cremes de arnica ou castanha da índia… Muitas substâncias naturais possuem real ação calmante e anti-inflamatória, mas o principal é que elas sejam usadas sempre geladas, pois a temperatura fria é a responsável pela constrição dos vasos.
Olheiras de cansaço
Insistem em não desaparecer podem estar associadas ao estresse, má alimentação, excesso de álcool e cigarro. Para estes casos, não tem jeito, o melhor mesmo é tentar mudar alguns hábitos de vida.
Olheiras crônicas
Depois de certa idade, peles mais morenas podem acumular melanina abaixo dos olhos, formando olheiras em tons acastanhados. Para esses casos, os peelings químicos, feitos com ácido glicólico ou retinóico, costumam melhorar consideravelmente o aspecto da pele. Na continuidade do tratamento, o dermatologista ainda pode receitar cosméticos despigmentantes e clareadores.
A opção mais moderna para se tratar olheiras é o laser com luz pulsada, mas os resultados são mais satisfatórios em peles claras. A aplicação é local e age diretamente sobre os vasinhos aparentes. São necessárias cerca de cinco ou seis sessões para se obter o resultado desejado.
Há ainda um terceiro tipo de olheiras que se forma em função do acúmulo de gordura ou líquidos embaixo dos olhos, aparentando pequenas bolsas. Bons cosméticos podem ser usados com o auxílio de massagens, que promovem uma drenagem linfática na área.
Em casa, os cremes devem ser aplicados em movimentos circulares, no sentido horário, seguidos de leves batidinhas na região. Massagens com profissionais especializados e aparelhos específicos também podem ser feitas em clínicas e dermatologistas. Em casos mais avançados, a cirurgia para a retirada das bolsas e da pele flácida pode ser necessária.

7 atitudes para ter mais energia

7 atitudes para ter mais energia
Quando ficamos bem dispostas, nos sentimos mais felizes e de bem com a vida. Para manter o pique, basta incorporar hábitos saudáveis e prazerosos ao seu dia. Acredite: eles aumentam, e muito, a sua energia!

1-    Tenha uma noite de rainha
Durante o sono, produzimos o hormônio do crescimento (GH), cuja carência deixa o corpo sem ânimo e a memória fraca. Por isso, uma boa noite de sono é fundamental para ter energia durante o dia. Se você tem dificuldade para dormir, embale seus sonhos em um ambiente calmo, com temperatura amena e pouca luz. E atenção: nem todas as pessoas têm necessidade de dormir oito horas por dia. Você saberá que descansou o suficiente ao passar o dia inteiro sem sentir sono ou acordar sem necessidade do despertador.

2-    Fracione suas refeições
Adotar seis refeições diárias faz com que o corpo trabalhe em ordem e mantenha o metabolismo no mesmo ritmo. Por outro lado, ficar por mais de três horas sem se alimentar provoca a queda da taxa de açúcar no sangue, o que causa tonturas, cansaço e desânimo. Para evitar o problema, faça lanches entre as refeições principais, comendo frutas e iogurtes.

3-    Invista no cardápio energético
Os carboidratos são a principal fonte de energia utilizada pelo corpo e a única fonte para o cérebro; por isso, deve ter presença garantida na alimentação. Mas o tipo de carboidrato também é importante, assim, deve-se dar preferência para os integrais, pois oferecem mais fibras e vitaminas do complexo B. Também vale a pena consumir alimentos ricos em ômega 3, como atum, salmão e truta, já que estimulam a produção do bom colesterol e facilitam o trabalho dos neurotransmissores – responsáveis pela condução de prazer e euforia para o cérebro.

4-    Pense positivo
Remoer um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho. Afinal, quando nos entregamos a um pensamento negativo, canalizamos toda nossa energia em busca de uma solução. Nessa hora, pare e pense: “Esse problema realmente existe? É tão grave assim?” Um bom exercício para evitar o desgaste com ideias ruins é aprender a pensar positivamente. Escolha três afirmações de alto-astral e repita-as sempre que se sentir desanimada e triste.

5-    Pratique meditação
Ela ajuda a relaxar profundamente e traz clareza para compreender os fatos da vida. Com isso, temos tranquilidade para tomar as decisões no dia a dia, além de evitar o estresse e a ansiedade que roubam a nossa energia.

6-    Mexa-se
Exercício não desgasta, pelo contrário: promove saúde e vitalidade. Isso porque ao trabalharmos os músculos aceleramos o ritmo do coração, da respiração, do metabolismo, enfim, todo o corpo entra em ação. Os benefícios? Melhora no humor e muito mais disposição!

7-    Tome banhos energéticos
Na banheira: coloque sabonete líquido para fazer espuma e acrescente 20 gotas de essência de menta, erva-doce ou gengibre. Encha de água na temperatura de aproximadamente 34 graus.
No chuveiro: ferva cinco litros de água e pingue dez gotas de essência de menta, erva-doce ou gengibre. Acrescente mais cinco litros de água fria, misture e jogue no corpo, bem devagar, para sentir a sensação de frescor.

Automassagem nos pés

Todo mundo ama receber massagens, mas se dedica pouco a ministrá-la nos outros. Uma forma rápida e independente de receber os benefícios do toque é fazer movimentos de pressão e estiramento nos dedos dos pés, procurando aliviar a tensão que se acumula durante o dia.  Começando da parte central, pressione pontos de dentro para fora dos pés, mantendo o movimento por alguns segundos antes de passar para outra região. Depois massageie e estique cada dedo suavemente, percebendo como a musculatura, tendões e pele ficam irrigados confortavelmente. Para finalizar acaricie a parte superior de cada pé, em movimentos deslizantes e sucessivos feitos com as mãos, dos dedos, para o alto dos pés. Como a circulação sanguínea equilibrada você vai perceber que o corpo todo recebe a mensagem de desacelerar e o relaxamento vem mais rapidamente, conduzindo a uma noite mais bem dormida. E bom sono!

Reeducação Alimentar


Os hábitos alimentares sofreram muitas mudanças durante o último século. Alimentos integrais e saudáveis foram sendo substituídos por alimentos processados e refinados, que perdem grande parte de sua qualidade nutricional.
O consumo de alimentos pouco nutritivos fez com que as pessoas consumissem mais calorias, especialmente as chamadas "calorias vazias", que não fornecem nenhum outro nutriente considerado de importância para o organismo, como vitaminas, minerais e proteínas.
Entretanto, na concepção moderna de boa alimentação, que afasta os radicalismos e a falta de bom senso, não existe alimento "vilão". O organismo humano precisa de todos os alimentos para um equilíbrio perfeito. Muitas pessoas já se arriscaram em dietas que cortam o arroz, o pão, as massas, o açúcar, na tentativa de que os quilinhos indesejáveis desaparecessem como que "por encanto".
Na verdade, o que é difícil é saber alimentar-se corretamente, tirando o melhor proveito dos alimentos. Por isso, a única dieta que funciona verdadeiramente é a reeducação alimentar. Mudanças no estilo de vida e a aquisição de hábitos alimentares saudáveis são a melhor forma de conseguir uma vida com mais qualidade. O ideal é respeitar as necessidades do organismo, comer adequadamente e praticar exercícios.
O problema está em comer em excesso alguns alimentos e quase não chegar perto de outros. A variedade de alimentos deve estar no cotidiano, por isso existe a pirâmide da nutrição, que indica as proporções adequadas de consumo dos alimentos.
Os carboidratos complexos - cereais, massas (macarrão, pão, bolo), raízes e tubérculos - devem estar na base da pirâmide e portanto, devem ser a base da alimentação, sendo o grupo de alimentos a ser consumido, proporcionalmente aos demais, em maior quantidade. Acima deste nível, em quantidade um pouco inferior, viriam os legumes, verduras e frutas. Em seguida, estariam os alimentos fonte de proteínas vegetais e animais como grãos de leguminosas (feijão, soja, grão-de-bico), leite e derivados, e carnes em geral. No topo da pirâmide, os óleos, gorduras e açúcares, que podem fazer parte de uma alimentação completa, saudável e equilibrada, entretanto em menores proporções.
Usar esses conceitos na vida prática implica em uma opção consciente e uma dose de persistência. Reeducação alimentar depende de força de vontade, e esta, por sua vez, depende da sua determinação em atingir os objetivos.

Pode-se Previnir as Varizes

Elena usa saia comprida para esconder as suas varizes da vista dos outros. Como ela, uma em cada dez pessoas sofre de dilatações varicosas. Aqui estão algumas sugestões.

pode-se previnir as varizes

  • Mais do que um problema de saúde, as varizes incomodam pelo seu aspecto desagradável. Existem varizes de graus variados: desde muito pequenas e fáceis de tratar, para grandes vertentes que se projetem a partir da pele sem piedade.
Geralmente afeta mulheres?
  • Uma em cada dez mulheres sofre.Nós conversamos sobre isso com o Dr. Julio Morón, cardiologista do Hospital São Paulo, para conhecer suas causas e obter algumas dicas de saúde.
O que são as varizes?
  • É o nome dado para o aparecimento de veias dilatadas nos membros inferiores (pernas). Conhecida também como insuficiência venosa dos membros inferiores. Insuficiência venosa, tais como diabetes ou hipertensão, é uma doença crônica: não há cura, mas pode ser controlada. Os tratamentos disponíveis cumprem com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos pacientes e da estética das pernas, mas não curar a doença.

Massagem Ayurvédica

Massagem Ayurvédica
A medicina moderna levou anos para reconhecer os benefícios da massagem na melhora de diversas doenças do corpo e da mente, tempo que poderia ser poupado se tivessem voltado os olhos para a Índia.
Há milhares de anos os indianos conhecem o poder de cura do Ayurveda, ciência milenar que trata da saúde, do bem estar e longevidade, sendo a Massoterapia Ayurvédica uma das ferramentas mais utilizadas para reequilibrar o indivíduo. A massagem trata as pessoas de forma não invasiva e, segundo o Ayurveda, ela deveria fazer parte da nossa rotina diária.
A massoterapeuta Viviane da Matta, da clínica de estética Salute, explica como age o tratamento: “A massagem ayurvédica atua nos níveis físico, espiritual e emocional, sendo, portanto, completa. Atua profundamente sobre o corpo, estimula a circulação sanguínea, da linfa e fluidos corporais, ocorrendo maior oxigenação das células, promove trocas nutritivas. As terminações nervosas que exigem abaixo da pele são trabalhadas, estimulando e alimentando todo o sistema nervoso. Os músculos são relaxados e tonificados e ganham saúde. As articulações ganham elasticidade. Os gases e as toxinas são carreados para os órgãos de eliminação. A mente se acalma, as emoções se equilibram, a energia flui, nos sentimos mais vivos e conscientes.”
Massagem Ayurvédica
Ao se propor fazer uma massagem ayurvédica o paciente fará um mergulho em si mesmo. O primeiro atendimento pode girar em torno de uma hora e meia, em seguida as sessões duram de 45 minutos à uma hora, que seria só a massagem.
“Cuidamos do corpo saudável para que ele não adoeça, mas também cuidamos do corpo doente para que se recupere. A proposta da massagem ayurvédica é muito maior do que a de outras massagens. Tentamos transformar pessoas a partir do momento em que elas passam a saber quem são”, finaliza Viviane.